A boa moeda
Acabo de assistir à entrevista que António Borges concedeu à SIC Notícias.
Conhecia-o mal, fiquei a conhece-lo melhor.
A entrevista, o entrevistado e o entrevistador foram excelentes!
Borges estava bem disposto, evidenciou enorme à vontade, exibiu um sorriso franco e aberto que inspira confiança e surgiu muitíssimo bem preparado não só nas questões económicas, como na totalidade dos temas abordados, desde a pequena à grande política.
Para além disso, mostrou ser alguém que está de bem com a vida, sem telhados de vidro, rigoroso na análise, independente, conhecedor da realidade político-social-económica nacional, que expõe com total clareza e demonstra uma grande capacidade de execução.
Fiquei com a convicção de que Borges é corajoso e não receia os grandes lobbies e as Corporações.
Mas o que me surpreendeu foi o facto de se ter revelado extraordinariamente hábil do ponto de vista politico – foi, para mim uma completa revelação - ao ponto de ter sido capaz de passar uma mensagem com elevado sentido patriótico.
Que pena ser necessário ter que se ganhar primeiro o Partido e só depois se poder ganhar o país.
Conhecia-o mal, fiquei a conhece-lo melhor.
A entrevista, o entrevistado e o entrevistador foram excelentes!
Borges estava bem disposto, evidenciou enorme à vontade, exibiu um sorriso franco e aberto que inspira confiança e surgiu muitíssimo bem preparado não só nas questões económicas, como na totalidade dos temas abordados, desde a pequena à grande política.
Para além disso, mostrou ser alguém que está de bem com a vida, sem telhados de vidro, rigoroso na análise, independente, conhecedor da realidade político-social-económica nacional, que expõe com total clareza e demonstra uma grande capacidade de execução.
Fiquei com a convicção de que Borges é corajoso e não receia os grandes lobbies e as Corporações.
Mas o que me surpreendeu foi o facto de se ter revelado extraordinariamente hábil do ponto de vista politico – foi, para mim uma completa revelação - ao ponto de ter sido capaz de passar uma mensagem com elevado sentido patriótico.
Que pena ser necessário ter que se ganhar primeiro o Partido e só depois se poder ganhar o país.


9 Comments:
Tb vi a entrevista e fiquei igualmente com uma opinião francamente positiva.
No entanto a questão é a seguinte, que provas deu o homem até agora?
Falam dele como se fosse um D.Sebastião, mas quem o conhece?
Que obra fez?
Se é tão capaz porque não avança?
Onde esta a coragem?
é que de palavreado bonito estamos nós fartos.
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Anónimo, at 10:43 da manhã
Não vi a entrevista, embora tenha uma opinião positiva sobre António Borges, com elevado mérito nas "lides" da Economia.
Disse uma vez que em Portugal ainda existiam bons políticos, resta saber se vamos perder um bom profissional em detrimento de um mau político.
Vejamos o exemplo do Prof. Marcelo Rebelo de Sousa: é um génio, crítico mordaz, mas em política não convence.
Talvez António Borges não seja D. Sebastião. Talvez pense mais em microeconomia. Talvez tenha projectos macroeconómicos. Quem sabe?
Termino com a velha máxima: "Bons Engenheiros, Péssimos Governantes"
Cumprimentos,
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Neuza Nobre, at 12:58 da tarde
Concordo.
Vamos fazer figas!...
oinsurgente.blogspot.com
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Pintoff, at 5:19 da tarde
A tua analise é excelente!
é lamentável o psd estar fechado a este tipo de pessoas.
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Anónimo, at 5:56 da tarde
Concordo completamente.
"Que pena ser necessário ter que se ganhar primeiro o Partido e só depois se poder ganhar o país."Um pensamento a desenvolver...
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AA, at 7:33 da tarde
Caro A.A.
A frase é uma constatação de facto, que como sabe não é original.
Na partidocracia em q vivemos de mera alternância de pessoas, em q as ideologias estão na gaveta, é muito dificil alterar o status quo.
Mas se quisermos discutir o assunto, teremos q o fazer á volta da questão dos sistemas de governo e não do regime.
Estou á disposição.
cumprimentos,
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gelsenkirchen, at 1:44 da manhã
Caro zé baptista,
o psd está fechado à sociedade civil.
Quem quiser fazer política tem q andar nas secções, nas concelhias, nas distritais, nos plenários e o diabo a quatro.
Não há paciência para isso!
O Partido tera q se refundar e isso passa por arranjar mecanismos para incentivar quem tenha dado provas profissionalmente na sociedade civil a fazer alguma coisa pela causa pública.
O partido deverá colocar-se nas maõs dessas pessoas e não continuar a ser conduzido por políticos profissionais.
cumprimentos
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gelsenkirchen, at 1:50 da manhã
Completamente de acordo e obrigado pela resposta.
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Anónimo, at 2:48 da tarde
Completamente de acordo e obrigado pela resposta.
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Anónimo, at 2:48 da tarde
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