3-5-1 vs. 4-4-2 ou 4-3-3...
Por estes dias, tristes diga-se, temos assistido ao debate exaustivo das questões que, no entender de quem manda e de quem pode, são importantes para o progresso do país.
Debatem-se os problemas e, menos, as soluções.
Mais os problemas e menos as soluções, mais o acessório, menos o essencial, mas isto são opiniões...
Fala-se de homossexualidade, de direitos dos homossexuais, de casamentos homossexuais, de adopção por casais homossexuais. Fala-se da homossexualidade como vício, como simples opção, como pecado, como doença.
Fala-se de tudo e muito.
Sempre entendi que as opções sexuais de cada um a ele e só a ele respeitam. É mesmo uma daquelas convicções profundas a que nos dias de hoje se chama questão de princípio.
Entendo, como diz e bem a Ana Anes, que cada um pode deitar-se com quem queira, quando e onde queira, desde que tal facto constitua uma opção consciente e que dela não resultem prejuízos para terceiros.
Entendo, pois, que cada qual pode deitar-se, e fazer o que bem entenda, com homens, mulheres, animais domésticos ou objectos. Que cada qual pode ser gay, lésbica, bi, sadomasoquista, voyeur e sei lá bem o que mais. Que cada cidadão maior, responsável, titular de direitos e deveres, deverá poder assumir a opção sexual que bem entenda e que, por mais aberrante que seja aos olhos de todos os outros, não deixa por isso de ser válida, legítima e respeitável.
Ora, se é, para mim, muito claro que assim deva ser, é igualmente incompreensível que quem opta, pessoal, individual, autonomamente, do ponto de vista da sua sexualidade, queira depois a tutela do direito a invadir essa mesma opção.
Que cada um faça sexo com quem queira parece-me lindamente. Já que se queira regrar, do ponto de vista de direitos e deveres, essas mesmas opções individuais parece-me uma aberração.
Se formos por aqui, estaremos a abrir a verdadeira caixa de Pandora.
É que se o homem que tem uma relação com outro homem, ou a mulher com outra mulher, pretender que tal facto, de per si, constitua garante de que o Estado e, por consequência, todos nós metamos o nariz na sua vida e nas suas opções sexuais.
Se as relações sexuais e/ou sentimentais que, não sendo heterossexuais - logo, não geradoras de vida - pretenderem, pelo simples facto de serem uma relação entre seres humanos, constituir sede de direitos no que concerne, por exemplo, à adopção, como se justificará que apenas os casais constituídos por duas pessoas possam ser titulares de direitos?
Leram bem, leram!
Pergunto novamente:
Se dois homens que mantêm uma relação sexual, afectiva, sentimental, amorosa, podem por tal facto, e só por tal facto, herdar, adoptar, arrendar, transmitir bens em regimes exclusivos das famílias, dispensando-me aqui de resenhar historicamente os porquês de tal situação, qual a razão para que três homens e duas mulheres não possam ser tratados de igual modo?
Qual é, em bom rigor, a diferença?
Se eu, homem, mantiver uma relação com duas mulheres; se amar estas duas mulheres, mantendo estas uma relação entre elas ou não; se vivermos em comunhão de mesa e leito, se tivermos uma economia familiar comum, se gerirmos ordenados e poupanças, qual é o argumento do futuro legislador para indeferir o legítimo pedido de que sejamos tratados tal qual o casal constituído por dois homens ou por duas mulheres?
E, bem assim, se um casal formado por dois homens, que argumentando com o seu amor e estabilidade de relação, puder adoptar uma criança, por que estranha e inusitada razão não o há-de poder outrossim o casal formado por três mulheres que argumentem de igual modo?
Três mulheres não são um núcleo de uma família?
Duas também não o são!
Cinco homens não podem adoptar?
Se se amarem, se a sua relação for estável, se puderem dar a uma criança carente e necessitada carinho e amor...
Bom, se cinco choca em demasia, baixa-se a coisa para três...
Três também não podem?
É então uma questão de número e não de género ou de sexo?
Três mulheres é aberrante... já duas é um direito à diferença.
Direito à diferença é com a maior das certezas, mas, se passarmos do reconhecimento a esse direito à diferença para a concessão de direitos legais a essa diferença, não nos poderemos deter na questão do número de pessoas que constituem o "casal".
Poderão os leitores achar aberrante o que escrevo, mas, fazendo o favor de pensarem sem preconceitos, concluirão que se não somos ninguém para julgar um homem que diz amar outro, não o somos de igual modo para julgar três mulheres que se amem entre si.
E, agora que a escrita se alonga, entretenham-se a fazer combinações várias...
Todas possíveis, todas legítimas e talvez algumas bem interessantes...
O que poderá não ser assim tão interessante são as consequências das adesões hipócritas às teses chanfradas das esquerdas mais extremas que, pelo que se vê, vão conquistando apoios por esses partidos afora.


17 Comments:
aqui esta um bom exemplo do que nao interessa à blogosfera.
Um texto chato, redondo, maçador, confuso.
Se não fosses da minha equipa não te voltava a ler.
O Àguia de Ouro
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Anónimo, at 2:27 da manhã
Francamente, a ideia até não é mázinha de todo, mas sugiro que se leia um pedaço para se escrever bem.
Não basta ter as ideiazinhas, como dizia Cortazar.
É preciso algo mais.
Para que não subsistam dúvidas ou suspeições, sou "cliente" deste blog, acompanho o Ultimo Reduto faz muito, mas esta "Senhora do Monte" ficava melhor sem meia dúzia de almas caridosas que pensam perorar bem sobre coisa alguma.
Cumprimentos e evoluam
Francisco Mayer Pereira
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Anónimo, at 2:52 da manhã
Francamente, a ideia até não é mázinha de todo, mas sugiro que se leia um pedaço para se escrever bem.
Não basta ter as ideiazinhas, como dizia Cortazar.
É preciso algo mais.
Para que não subsistam dúvidas ou suspeições, sou "cliente" deste blog, acompanho o Ultimo Reduto faz muito, mas esta "Senhora do Monte" ficava melhor sem meia dúzia de almas caridosas que pensam perorar bem sobre coisa alguma.
Cumprimentos e evoluam
Francisco Mayer Pereira
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Anónimo, at 2:52 da manhã
existem aqui pelo menos tr~es bloguistas muito jeitosos: Patrick, João Pedro e Pedro Guedes.
Os outros de facto são a atirar para o fraquitolas. Mas o Mário não é dsos piores.
Mas a coisa vai lá.
No computo geral é um bom blogue.
cumprimentos
Carlos Barros
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Anónimo, at 3:53 da manhã
Ora aqui estão umas questões interessantes:
O que é um bom bloguista?
O que é escrever bem?
Pode ser-se um bom bloguista sem se saber escrever bem?
Pode um blogue ser uma referência sem bons bloguistas?
É preciso saber escrever bem para reconhecer quem escreve bem?
Qual a diferença entre um bom blogue e um blogue de que se goste?
Pode um blogue de que se goste não ser bom?
Pode uma boa ideia ser suficiente para fazer um bom post?
Pode a má escrita matar uma boa ideia?
Em que categorias se pode inserir este Da Senhora do Monte e os seus bloguistas?
Qual a diferença entre um comentário anónimo e um comentário assinado por alguém que ninguém sabe quem é?
Importa para alguma coisa a autoria de um comentário ou de um post, ou a mensagem deve valer por si, independentemente de quem a tiver emitido?
Posso assinar mais tarde este comentário?
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Anónimo, at 5:01 da manhã
Duas ou três observações e dois ou três esclarecimentos:
Recebi esta manhã um telefonema, amigo e bem intencionado, com o propósito de me instar a responder aos comentários a este meu "post", com o silêncio.
Entendi não o fazer. Antes de mais porque são opiniões respeitáveis e respeitosas, na forma e no conteúdo, e depois porque podiam ficar a pairar no ar dois ou três mal-entendidos que podem e devem ser esclarecidos.
Caro Águia de Ouro,
que o texto possa ser chato, redondo, maçador e confuso é uma opinião sua e, como tal, respeito-a. No entanto não ficaria de bem com a minha consciência se lhe não dissesse que este bolg não é apenas dedicado a "posts" com três linha, a piadas e a bocas que, já reparei, fazem as suas delícias.
Há gostos para tudo e aquilo que para si é chato e redondo para outros poderá ser denso.
Quanto ao facto de poder deixar de me ler, saiba que não recebo qualquer quantia que resulte da cobrança das entradas aqui no blog, donde... faça como entender.
Caro Sr. Francisco Pereira,
não sei bem o que entende por escrever bem. Não sei bem se ler um pedaço seria a solução. Talvez o fosse se o pedaço não fosse escolhido por si.
Se escrever bem é explicar bem, saiba que não sou, nem quero ser professor. Não me agradam as palavras caridosas e condescendentes, o tom paternalistas e jocoso que estes, por vezes, gostas de usar.
Se escrever bem é escrever num estilo que lhe agrade... bom, cada um terá o seu e eu estou em desvantagem pois nunca pude ter a oportunidade de ler nada escrito por si.
Se escrever bem é escrever sem erros, é escrever correctamente, penso que o "post" a que se refere não andará mal.
Se escrever bem é escrever como V. Exa escreveu, por exemplo a última frase do seu comentário digo-lhe, com simpatia, que lhe valha Cortázar, porque, de facto, não basta ter as ideiazinhas, é mesmo preciso ler um pedaço.
E mais, é mesmo preciso entender o que se lê. Ora quanto a isso V. Exa. nada diz...
Caro Sr Carlos Barros
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ehlá, at 1:49 da tarde
Repetindo, caro Sr. Carlos Barros,
agradeço o seu comentário e posso dizer-lhe que já tive um sargento, duas professoras primárias e um chefe que concordavam consigo, eu não era dos piores...
É a vida, a gente tenta, às vezes consegue, os menos maus tentam escrever, os bons à séria lá vão comentando...
quanto ao conteúdo?
ZERO...
São assuntos sem interesse...
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ehlá, at 1:52 da tarde
Caro Mário
Aquila non capit muscas!
LPC
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Anónimo, at 2:53 da tarde
resolvi deixar também aqui um comentário, não ao abrigo de qualquer impulso de critério coorporativista, tão pouco porque seja advogado de defesa de algum companheiro de blogue, tão pouco do Mário porque esse meus caros amigos é daqueles que com a pena - e não só - não precisa da ajuda de ninguém ois defende-se bem sozinho.
Resolvi comentar porque me parece que este post, para além de brilhantemente escrito - de todos os pontos de vista - tem outro mérito que gostava de assinalar e que é o seguinte:
O Mário produz aqui, aquilo a que chamaria um mini-ensaio, que para além de ser 100% original - nunca ouvi nem li nada no sentido das reflexões que aqui o autor partilha com os leitores - levanta questões extremamente pertinentes e fundamentadas sobre um assunto que os políticos trouxeram para a ordem do dia na actual campanha.
Concerteza que é um texto, porventura mais denso do que aqueles que por aqui costumamos debitar, mas a riqueza do blogue também se faz por este clima de diversidade e pluralidade de opiniões.
O q penso faria algum sentido era pensarmos nas questões que o Autor pertinentemente, volto a repetir, aqui colocou.
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gelsenkirchen, at 4:01 da tarde
Ó Francisco Mayer Pereira, o autor do post criticado, em 819 palavras, não dá um único erro ortográfico, enquanto o severo crítico literário, em meia dúzia de linhas, consegue dar 3 desses erros (será que os identifica?) e ainda escrever uma frase sem sentido. E esta, hem? Na minha terra, chama-se a isto “ir à lã e vir tosquiado”.
Sabe de quê que dá a impressão? Dá a impressão de que essa de “não bastar ter as ideiazinhas” lhe foi um dia dirigida a si, que a encaixou com dor e jurou, um dia, dispará-la na direcção de alguém com quem não fosse à bola. Calhou ao MAV.
É claro que não considero que o evoluído crítico tenha de saber produzir vinhos de reconhecida qualidade para poder zurzir a zurrapa que lhe servem no copo, mas acho também que quem tem telhados de vidro não devia atirar pedras.
Cordiais saudações,
Rui Mestre Araújo
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Anónimo, at 1:29 da manhã
Caro Mário Antunes Varela
Não pretendendo dar azo a réplicas, tréplicas ou manifestos de auto-comiseração, entendo por bem esclarecer - de forma pacifica e não "perdigueira" como diria o Camilo - a questão.
Escrever bem, significa antes de mais saber reconhecer as limitações dos textos que se apresentam.
Quem publica em público, passe a redundância, tem que ter certa "bagagenzinha".
Veja por exemplo que a sra. dª Margarida Rebelo Pinto e o sr. Paulo Coelho escrevem "benzito e tal", não dão grandes calinadas na língua e na coerência, mas quanto ao que escrevem....estamos falados.
Quanto à "bagagenzinha" de que lhe falo, recomendo - de forma novamente pacifica e construtiva - a leitura adequada de dois tipos de obras:
- As que ensinam
- As que iluminam
As primeiras com o propósito de ganhar as ferramentas da poda; as segundas com o intuito de se crescer um pedacito que seja.
Quanto às de forma, Faulkner, Carver, Aristóteles, Dante e tantos outros. Inauguraram géneros que décadas ou Séculos depois ainda se mantêm actuais.
Quanto às que auxiliam o génio, o que dizer de Borges, Pessoa, Céline, Camus, Dostoievski?
Não é preciso expôr em público o que nos vai na alma apenas porque sim. Convém saber o porquê do porque sim.
Melhores cumprimentos
Francisco Mayer Pereira
post scriptum: assunto encerrado.
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Anónimo, at 3:10 da manhã
Para lhe agradecer penhoradamente as sugestões que teve a bondade de me dar e, de igual modo, para lhe retribuir o favor, de forma pacífica e construtiva.
Para que ganhe as ferramentas da poda: Prontuário Ortográfico (qualquer um, para começar)
Para que ganhe alguma da "bagagenzinha" que tanto apregoa:
Pequeno Tratado das Grandes Virtudes
De André Comte-Sponville
Ed. Martins Fontes, São Paulo, 1999
Tradução de Eduardo Brandão
Sabe Sr. Francisco Pereira, quem aprecia em público deve aplicar a si o que defende ver aplicado pelos outros. Ora, na forma, e apenas a título de exemplo, "mázinha" não se escreve com acento. Quanto ao conteúdo, V. Exa. escreve,"benzito e tal", tal como a Margarida Rebelo Pinto e o Paulo Coelho?
escreve como Pessoa? Escreve como Faulkner, Carver, Aristóteles, Dante? Escreve como Borges, Céline, Camus, Dostoievski?
E onde escreve para que possamos ficar iluminados e ensinados com as coisas que escreve?
Concordo com o que diz, de facto não é preciso expôr em público o que nos vai na alma apenas porque sim. Convém saber o porquê do porque sim e s.m.o., V. Exa. não sabe...
Melhores cumprimentos
By
ehlá, at 3:55 da manhã
Caros amigos ;
Depois de ter lido algumas destas almas iluminadas fiquei siderado, estarrecido, pensei para comigo "sera que para conversar, dissertar, ou partilhar uma ou duas ideias é necessario tantas referencias literarias ? para escrever bem ( ou la o que isso significa)é preciso citar tantos autores ? sera o nosso espaço de debate um local onde so os pseudo-intelectuais ? Penso que nao, alias se assim for ira de certo afastar muitas pessoas que por aqui escrevem ( tal como eu) que encaram esta troca de ideias como estando entre amigos e pode e deve dizer o que se lhe aprouver, tentando para tal ser coerente, e no minimo partilhar ideias que façam com que todos os outros colegas de conversa caso entendam, critiquem, discutam, partilhem, é para mim este o principal fundamento deste blogue, portanto meus caros amigos parem de se armar naquilo que nao sao, deixam de procurar citaçoes mais ou menos conhecidas, mais ou menos idiotas, descam á terra e conversem, debatam, sem falsas modestias, o que me apetece dizer ide á MERDA, conseguem por vezes estragar o que de bom tem este blogue. Caro Dr. Antunes Varela este texto nao lhe foi dirigido a si, porque mal ou bem sempre o conheço e sei que o que escreve quer gostem ou nao, eu proprio por vezes critico, lhe vem da alma, continue assim, a escrever bem, ou mal,a partilhar bem ou mal, mas ainda a ssim a faze-lo.
Um abraço,
Jordao Felix
P.S.- Lamento mas o ide á Merda é uma citaçao de mim proprio.
By
Anónimo, at 10:47 da manhã
Agende-se o duelo. Escolham as armas e os padrinhos.
Caso não aceitem , façam filhos e vão para o interior pois o ar cosmopolita danifica-vos os neurónios.
By
Anónimo, at 11:42 da manhã
Meu caro Jordão Felix,
Esclareça-me apenas uma brevissima questão:
"O ide à merda", quando diz que é "uma citação de mim (si)próprio", indica que:
- V. exa irá e não virá da dita merda?
- V. exa pretende apenas fazer apanágio de uma brincadeirazita pueril com jogos de palavras?
- ou por ultimo, V. exa está naquela fase esquisita em que não sabe sequer o que diz?
Da minha parte, agradeço as suas bravatas, género "faz que faz mas não faz" e submeto-lhe com os melhores cumprimentos meia dúzia de bengaladas.
Quando a falta de humor, se junta à má-educação e à acefalia progressiva, V. exa tem o trilho catita que merece.
Melhores cumprimentos
Francisco Mayer Pereira
ps- como anteriormente no que disse respeito ao Mário Antunes Varela, assunto encerrado no que me diz respeito.
ps2- é curioso como este post tem servido para desvarios, réplicas e tréplicas, conselhos e sugestões, ferramentas de correcção ortográfica, livros aconselhados, idas à merda e coisas afins.
Pelos vistos, alimentamos assim coisinhas vãs.
By
Anónimo, at 9:01 da tarde
Caro Francisco Pereira,
é com gosto que o vejo por cá novamente, pelo menos para quem dizia que este "Da Senhora do Monte" ficaria bem melhor sem meia dúzia de almas... recorda-se? Nós continuamos pouco mais que meia dúzia, o Francisco por cá passa de quando em vez...
P.S. Mais lhe digo que notei a falta de uma citação(zinha), como você tanto gosta.
Cumprimentos
By
ehlá, at 10:45 da tarde
Caro MayerPereira ;
Lamentavelmente nao percebeu o que quis transmitir, antes optou e mais uma vez por fazer comentarios pouco condizentes com o espirito destas trocas de ideias. Nao será atraves da baixa elevaçao do seu fraco discurso, ou com a tentativa de me ofender que me levará a responder á letra a sua patetice, antes de mais lhe lembro que nunca lhe dirigi qualquer comentario menos correcto como o fez em relaçao a mim, permita-me apenas uma pequena correcçao, o meu caminho sou eu que o trilho e nao lhe reconheço nenhuma capacidade nem moral nem intelectual para fazer qualquer especie de reparo á minha pessoa, portanto se me permite e com todo o respeito que nao me merece, comente, participe, mas de uma forma digna,de uma forma que contribua para que este espeço se torne cada vez mais interessante para quem gosta de se encontrar, debater e trocar ideias ainda que por vezes divergentes.
Mas como tanto gosta de citaçoes vou oferecer-lhe 2 que espero que o façam pensar na sua presença entre nós.
"Nao basta ter um bom espirito,o mais importante aplicá-lo bem" René Descartes. E ainda " O fraco nunca perdoa. O perdao é caracteristica do forte" Mohandas Gandhi.
Boa reflexao.
Jordao Felix
By
Anónimo, at 7:37 da tarde
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