Senhora do Monte

terça-feira, janeiro 11, 2005

O prometido é devido

Aviso desde já que este postal é uma espécie de declaração de interesses, para que melhor me entendam a prosa até ao próximo dia 20 de Fevereiro. Disse aqui há tempos que anunciaria o meu sentido de voto aos 11 dias do mês de Janeiro. Pois cá vai: PNR - Partido Nacional Renovador. Perguntarão os meus amigos a razão da data. É simples: era ontem o último dia para entregar nos tribunais de comarca as listas de candidatos ao acto eleitoral de 20 de Fevereiro próximo, sendo que este que assina este postal encabeça a lista do PNR pelo círculo da Europa. Está dita a razão do dia escolhido. De seguida, irão vosselências indagar da razão da escolha. Pois bem: creio firmemente que há - à direita - um caminho alternativo à mediocridade reinante. Julgo existir espaço para um projecto político que não está disposto a negociar a soberania nacional e que dispensa que sejam as multinacionais ou Bruxelas a mandar nesta santa terrinha; que entende que já temos imigração para dar - e para vender; que a classe pulhítica não pode continuar - de forma impune - a pregar a total ausência de valores - quaisquer que sejam - em nome da massaroca e do politicamente correcto; que combate a invasão dos produtos asiáticos que empurrarão largos milhares de portugueses para a angústia dos centros de emprego; que renega a obrigatoriedade dos nossos filhos serem educados em concordância com programas de ensino cuja inspiração marxista mete medo ao susto. Por tudo isso dou a cara pelo PNR - e há uns quantos mais que o fazem, honrando-me com a sua companhia. Se concordam comigo, ora venham daí. E já agora - como dizia o outro - tragam um amigo também....!

6 Comments:

  • Ai vamos, vamos. Em frente, Pedro - por Portugal!

    Mendo Ramires

    By Anonymous Anónimo, at 2:58 da manhã  

  • Pedro é bom termos uma ideologia firme e convicções plenas, só é pena que nem sempre da realidade possa vir a ser tal e qual a desejamos, espero que não seja este o caso, para bem de todos nós!

    “não está disposto a negociar a soberania nacional e que dispensa que sejam as multinacionais ou Bruxelas a mandar nesta santa terrinha” nesta altura do campeonato a soberania nacional já é algo ancestral, pelo menos no que diz respeito às questões fundamentais desta santa terrinha, a Europa já nos aglutinou por completo e apesar de gostar muito deste rectângulo à beira mar plantado tenho plena consciência que cada vez mais Portugal deve prosseguir com a integração Europeia. Defendo sim que os nossos direitos devam ser correcta e arduamente defendidos.

    “que entende que já temos imigração para dar - e para vender” por mais que defenda este ponto, compreendo igualmente a necessidade de mão de obra exterior, não vejo os portugueses – orgulhosos – a encabeçarem os trabalhos que eles pensam ser menos prestigiantes ou mal pagos. Mas defendo, um maior e mais rígido controlo sobre quem já cá está e sobretudo do que está cá a fazer – pois pedintes e mendigantes já temos de sobra.

    “que a classe pulhítica não pode continuar - de forma impune - a pregar a total ausência de valores - quaisquer que sejam - em nome da massaroca e do politicamente correcto” Assino e volto a assinar a minha concordância com este ponto. O mal deste país tem logo como base a própria classe política, até impressiona a sua baixa estirpe e a sua sede de poder pondo de parte o bem comum. Acredito que não sejam todos, mas se os formos contabilizar iremos chegar à triste conclusão que os aceitáveis não serão mais que um ínfimo grupo.

    “que combate a invasão dos produtos asiáticos que empurrarão largos milhares de portugueses para a angústia dos centros de emprego” No seguimento de uma maior defesa ao nível Europeu dos direitos dos portugueses, acho este ponto essencial para a nossa existência. Acredito que a solução não passa pelos famigerados subsídios, cada vez menos e em menor volume, mas defendo isso sim maiores incentivos às novas ideias que muitos têm e um salvaguardar pleno do tecido empresarial português e por seguimento, dos seus trabalhadores no contexto da entrada dos novos países para a União Europeia.

    “que renega a obrigatoriedade dos nossos filhos serem educados em concordância com programas de ensino cuja inspiração marxista mete medo ao susto” Tocamos numa ferida profunda, tão profunda que temo não a ver sarada nos próximos anos. Qual o país que pode evoluir se não facultar uma educação moderna, organizada e com sentido prático aos seus futuros profissionais, Portugal não será certamente!

    Por tudo isto acho que devem avançar, quem vem por bem nunca é demais, só espero que não se “estraguem” como muito outros!

    M. Almas

    By Anonymous Anónimo, at 10:28 da manhã  

  • Força aí!
    PORTUGAL PARA OS PORTUGUESES

    By Blogger joao pedro, at 4:19 da tarde  

  • pnr?
    Cheira-me a fascistas e porcos nazis.
    Sserá?
    Águia de ouro

    By Anonymous Anónimo, at 7:09 da tarde  

  • Águia de Ouro: cheira-lhe mal. Muito mal. Como saberá por certo, a democratíssima Contiruição da República que o PREC pariu não permite a existência de organizações ou partidos que perfilhem a ideologia fascista. Por maioria de razão, se fosse como o Águia de Ouro diz, o PNR não poderia submeter-se a sufréagio.
    PG

    By Blogger pedro guedes, at 11:56 da tarde  

  • Já o comentário de M. Almas levanta questões altamente pertinentes e alude a algumas convicções populares que de todo não se provam, como essa de que os imigrantes fazem os trabalhos que os portugueses rejeitam. Procurarei responder a algumas delas assim que tenha tempo.
    Ao meu ilustre amigo Mendo e ao João Pedro, daqui saúdo, lembrando que para a frente é que é o caminho!

    By Blogger pedro guedes, at 12:00 da manhã  

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