Constatação de facto
O Manuel Alegre é o fulano mais noctívago da minha rua - a seguir a mim, evidentemente. Chega mesmo a haver dias em que a luz do seu escritório - presumo que será o escritório - se apaga depois da minha. Eis a trova do tempo que passa.


2 Comments:
Não brinques com as insónias do sujeito. O Alegre, além de péssimo poeta, é péssimo a conciliar o sono. E compreende-se porquê: os remorsos a espancar-lhe a consciência dão-lhe insónias acerbas. Desertor em África, foi depois espião ao serviço do MPLA. Dezenas de soldados portugueses foram mortos à custa das informações que, aos microfones da Rádio Argel, o pateta Alegre passava aos nossos inimigos.
Dizem os especialistas que não é só o álcool que sobe à cabeça. O sangue, de vez em quando, também.
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Bruno Santos, at 2:42 da manhã
BOS, não digas mal do poeta alegre! Estás a esquecer certamente a Ode ao Figo, um dos momentos de génio das letras lusitanas, para além de que nos tempos que correm é bom saber que "há sempre alguém que resiste / há sempre alguém que diz não!" :)
PG
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Anónimo, at 3:06 da manhã
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